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Segurança digital na prática: Cyberthon aproximou estudantes do NAVE de desafios reais da cibersegurança

17/07/2026

Segurança digital na prática: Cyberthon aproximou estudantes do NAVE de desafios reais da cibersegurança

Golpes virtuais, vazamento de dados, QR Codes maliciosos e o uso crescente da inteligência artificial tornaram a segurança digital um tema cada vez mais presente no cotidiano. Foi a partir desses desafios que estudantes do Programa NAVE participaram do Cyberthon 2026, imersão promovida pelo Centro Integrado de Segurança em Sistemas Avançados (CISSA), com realização técnica da CESAR School e do CESARA – Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, para desenvolver soluções voltadas a problemas reais do ambiente digital.

Durante dois dias, os participantes trabalharam em equipes para investigar situações inspiradas na rotina de quem vive conectado. Com o acompanhamento de especialistas, pesquisaram, desenvolveram e apresentaram propostas para questões como a identificação de links e QR Codes maliciosos, a proteção de dados pessoais e o uso mais seguro de ferramentas digitais.

A programação reuniu oficinas, mentorias e atividades práticas. Ao longo da imersão, cada equipe precisou analisar problemas, testar alternativas, rever caminhos e apresentar suas propostas a uma banca formada por profissionais do CISSA, do CESAR e da CESAR School. As atividades foram conduzidas por especialistas das três instituições, que acompanharam o desenvolvimento dos projetos e compartilharam experiências ligadas à pesquisa, à inovação e à segurança digital.

As soluções desenvolvidas seguiram caminhos diferentes, mas partiram de uma mesma preocupação: tornar o ambiente digital mais seguro. O Ajuda Aí apostou na gamificação para ampliar a educação em segurança digital. O Scamix utilizou inteligência artificial para analisar links antes do acesso e ajudar usuários do LinkedIn a identificar possíveis golpes. Já o Guardia reuniu gerenciamento de senhas, conteúdos educativos e gamificação para incentivar hábitos digitais mais seguros. O Sentinel, por sua vez, foi desenvolvido para identificar comportamentos anômalos, analisar metadados e emitir alertas para situações de risco.

Os projetos foram apresentados no encerramento da programação e mostraram diferentes formas de enfrentar desafios que já fazem parte da rotina de quem vive conectado. As propostas reforçaram a importância de unir pesquisa, desenvolvimento técnico e trabalho colaborativo na busca por soluções para a segurança digital.

 

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